Atualizar o antivírus e varrer o computador atrás de ameaças fazem parte da sua rotina? Parabéns! Mas antes de achar que está totalmente protegido contra qualquer risco, dê uma olhada nesse número que a empresa de segurança dinamarquesa Secunia soltou em sua última pesquisa: apenas 1,91% dos PCs estão livres de programas inseguros de qualquer tipo. Será que você está dentro do “grupo de risco”?
Após a polemica da Apple ter postado em seu site que recomendaria o uso de não um, mais até dois programas de AV par ase ter mais segurança nos Mac, e tela retirado do ar logo após vários BLOGS mundo afora terem alardeado este fato, voltamos agora ao assunto, desta vez publicamos um artigo muito interessante sobre o assunto, esperamos que o mesmo seja util.
Se você usa o Kaspersky Internet Security 2009 ou o Kaspersky Anti-Virus 2009 e recentemente se deparou com a tela acima, não está sozinho. Desde ontem, alguns usuários das consagradas soluções segurança têm seu acesso ao Google dificultado pelos programas. Com a monitoração do tráfego de dados ativada, ele acusa uma tentativa de baixar “software malicioso” a cada vez que se tenta acessar uma URL google.com.
É amigos, parece que logo o nosso OS X estará sofrendo do maior problemas do Windows, VIRUS!!!!! Ontem após ler este noticia resolvi conferir no site Apple, e para minha triste surpresa lá estava a recomendação da Apple, com sugestão se que se use até mais de um AV ao mesmo tempo, tornando assim mais eficaz a segurança.
Softwares buscam novas saídas para identificar pragas virtuais.
Técnica da ‘análise de comportamento’ é uma das alternativas.
“Instale um antivírus e mantenha-o atualizado”. Essa ainda é a sugestão mais comum para usuários quando o assunto é segurança da informação. Mas os antivírus atualmente estão continuamente perdendo terreno para outras soluções e medidas de segurança. Isso acontece não apenas porque as ameaças estão mudando, mas porque os antivírus não estão conseguindo manter os vírus sob controle, como uma vez conseguiam. Embora nada deva mudar no curto prazo, os antivírus precisarão se reinventar para continuar no mercado.

A índústria dos antivírus em 1998, e em 2008. (Imagem: Reprodução)
ntre as várias pragas capazes de explorar a brecha crítica corrigida pela Microsoft em outubro, uma se destacou nesta terça-feira (25) por corrigir a vulnerabilidade depois de infectar o computador. Também no resumo de notícias da semana: a falha de discagem automática do iPhone, o fim do caso da professora Julie Amero e o Dia Internacional da Segurança em Informática (DISI) 2008.

A AP publicou que o Departamento de Defesa dos EUA baniu o uso de pendrives por seus funcionários, pelos menos temporariamente. Já começaram a recolher os drivers de todo mundo que trabalha lá. O Pentágono ainda não lançou uma nota oficial sobre o assunto, mas um porta-voz disse que eles estão lidando com um ‘vírus global’ que aparentemente afeta esses gadgets. Falaram para as pessoas que ficaram sem pendrive que provavelmente eles não vão ser devolvidos e ninguém sabe ao certo quanto tempo essa nova lei vai durar. Aqui vai uma lista de itens que são completamente proibidos no Pentágono, de agora em diante:
Colunista explica a história dessas pragas e como elas agem.
Comentários estão abertos para dúvidas e sugestões sobre segurança.
Em mais uma coluna dividida em duas partes, escreverei sobre os diferentes tipos de códigos maliciosos existentes, a história de cada um, curiosidades e exemplos – veja aqui como se proteger dessas pragas. Começarei pelos vírus, trojans, spywares e backdoors. Vamos lá!
‘Vírus’
Tornou-se comum o uso da palavra “vírus” para descrever um programa capaz de realizar qualquer atividade indesejável no computador. Originalmente, porém, os vírus têm uma definição menos abrangente: são softwares que se integram a outros “infectando-os”, com o objetivo de se espalharem de um sistema para outro.



