Bem, este assunto ao meu modo de ver a coisa, não difere muito de se usar o OS X em PCs comuns, já que segundo o “contrato” firmado entre o comprador e a Apple, implica em somente usar o iPhone vinculado a operadora a qual o usuário comprou o mesmo, mas não sei o por que, o assunto é tratado de uma forma bem diferente entre os dois casos, já que instalar o OSX em PCs e tido como PIRATARIA, e desbloquear um iPhone não é, polemica aparte, Software criado pelo iPhone Dev Team ajuda no processo de desbloqueio do telefone da Apple para uso em qualquer operadora. Veja como fazer.
Gente não existe nada que me deixe mais “P” da vida eu ver nos noticiários, e muitas vezes ( o que é pior ainda)em publicações “especializadas” em informática, o uso indevido da palavra “HACKER”.
Não é a primeira vez que nós aqui do HMBT tratamos desta assunto, mas como queremos que o termo seja usado corretamente, sempre que acharmos um noticia ou texto relevante ao assunto, o traremos para vocês, e es te não podia deixar de estar presente, pois segundo o autor “Dependendo do contexto, termo pode ser elogio ou insulto”.
“Eu fiz um software que listava todas as imagens que estavam no computador da pessoa”, conta. Mas também usou este talento para cometer fraudes milionárias: “Dizem que eu sou um banco ambulante, um caixa eletrônico com pernas.”
[*delete* Ha Ha! Ainda é o cachorro! Sabotaaagem!]
Uma recente pesquisa com professores britânicos revelou que os estudantes apelam cada vez mais para desculpas relacionadas a tecnologia para explicar a falta da lição de casa. Desculpas tradicionais como “o cachorro comeu” deram espaço para pérolas como “o computador deu pau”, “a internet caiu”, “uma impressora não funcionou” e “o trabalho foi deletado sem querer”. Aparentemente, os estudantes acham que dessa maneira conseguem enganar os professores que não manjam muito de tecnologia, e estes de fato acreditariam mais nesse tipo de desculpa. No entanto, como a lista das cinco piores desculpas mostra, alguns alunos dão um tiro no próprio pé ao levar as coisas um pouquinho longe demais…
Você sabe: ao configurar uma rede Wi-Fi, você deve ativar o protocolo de segurança WPA para tentar evitar que pessoas com um pouco de conhecimento ganhem acesso à sua rede. Ele é mais seguro do que o WEP.
Mas agora o WPA foi quebrado.
Os pesquisadores Erik Tews e Martin Beck quebraram o Temporal Key Integrity Protocol (TKIP), criptografia usada em redes sem fio 802.11, em menos de 15 minutos. Eles não conseguiram, porém, acessar os dados que trafegam entre o PC e o roteador.
O que você deve fazer para manter sua rede mais segura, então? Mudar para o WPA2, que, ao que parece, ainda não foi quebrado. E se você quiser ser um desses hackers fajutos de Wi-Fi? Use o programa Aircrack-ng, que já tem esse novo código adicionado. Seu bosta. [PC World via Tech Digest]
Criminoso invadiu e-mail de atriz e colocou suas fotos pessoais na rede.
Miley Cyrus teria feito imagens para o namorado, da banda Jonas Brothers.
FONTE: Reuters
A atriz Miley Cyrus, que interpreta ‘Hannah Montana’. (Foto: Divulgação)
Um hacker de 19 anos de idade que colocou na Internet algumas fotos espirituosas da estrela da Disney Miley Cyrus disse que foi descoberto pelo FBI esta semana, depois de ter se gabado de que nunca seria pego.
Aluno aprenderá a identificar pontos vulneráveis em sistemas e a corrigi-los.
Estudantes de pós-graduação de uma universidade escocesa vão aprender a arte de penetrar em sistemas de computador, ou seja, serão treinados para ser hackers.
O curso de Ethical Hacking and Computer Security (Hacker Ético e Segurança de Computadores, em tradução livre) oferecido pela Abertay University vai explorar métodos usados por criminosos para atacar as redes de computadores.
Finalmente vi na internet alguém que sabe diferencia um hacker de um cracker, e isso é uma confusão, e até mesmo um erro, quando parte de pessoas que são ditas “da área”, pois definitivamente HACKER nada tem haver com CRACKER.
Texto (c) da Computerworld.
“Por phishing, cracker é condenado a 7 anos de prisão
Em quator anos, norte-americano fez aproximadamente 250 vítimas, usuárias da AOL, em fraude que totalizou US$ 400 mil.
SÃO PAULO - Uma corte americana proibiu três hackers do renomado instituto MIT de dar palestras sobre falhas de segurança em TI.
Três estudantes do Massachusetts Institute of Technology foram proibidos de dar uma palestra em que usariam o sistema de TI do metrô de Boston como exemplo de vulnerabilidade. O trio descobriu falhas que permitem aos usuários carregar cartões magnéticos usados para liberar as roletas do metrô.
Com as informações, usuários poderiam recarregar seus cartões indefinidamente, burlando o metrô de Boston e viajando sem pagar tarifa. Alguns slides da palestra preparada pelos hackers foram publicados num site do MIT.
Os detalhes da falha, no entanto, seriam apresentados este mês, durante fórum hacker que acontecerá em Las Vegas. Uma corte de Las Vegas, no entanto, proibiu a palestra, acatando pedido de representantes do metrô de Boston.
A Justiça americana entendeu que revelar a falha publicamente, antes de ela ser solucionada pela empresa que administra a TI do metrô, fere as leis locais. Na avaliação da Justiça local, a palestra seria um incentivo a fraude e ao crime.
A Electronic Frontier Foundation (EFF) está recorrendo da decisão. Para a EFF, a decisão é um ato de censura e não é dever dos hackers solucionar as falhas de empresas privadas de TI.
LAS VEGAS - Um dos maiores problemas da Web 2.0 é o incentivo ao excesso de informações divulgadas – o que normalmente subestima os riscos de segurança.
Essa é uma ameaça até para as maiores empresas da internet, incluindo o Google, cujos “gadgets” – aplicativos que os usuários podem inserir em suas páginas personalizadas – têm cada vez mais chamado a atenção de crackers.
Não é que o Google está desenvolvendo programas inseguros. O problema é que, ao criarem seus aplicativos customizados e os distribuem pelo Google, os usuários podem se deparar com más intenções, de pessoas que tentarão explorar esses programas quando eles estiverem carregados na página. Muitos internautas confiam cegamente nos aplicativos que baixam do Google.