mai 15 2012
Aplicativos atualizados exploram alta resolução do novo iPad, mas ocupam muito espaço
Explorar detalhes de estrelas, ver o planeta Terra em alta definição e experimentar jogos com imagem similar à de games da atual geração de consoles são algumas das possibilidades gráficas do novo iPad, à venda no Brasil desde a sexta-feira (11).
Desde março, quando a terceira geração do tablet da Apple foi lançada nos EUA, empresas têm lançado aplicativos desenvolvidos para o modelo, buscando tirar o máximo proveito de seu principal trunfo: a tela Retina, de alta resolução.
Por fora, o novo iPad não apresenta muitas modificações em comparação com o modelo anterior. E, em dois aspectos, piorou -ele é ligeiramente mais grosso e mais pesado que o iPad 2.
Mas os cerca de 50 gramas a mais têm desculpa: a tela tem definição superior à de uma televisão com resolução de 1.920×1.080 pixels.
Em comparação com o iPad 2, o modelo atual tem o quádruplo de pixels por polegada –o que garante imagens mais nítidas. A saturação de cores também melhorou: é 40% melhor que a do modelo anterior.
Aplicativos como o iPhoto, de gerenciamento de fotografias, e o iMovie, que possibilita a edição de filmes em 1.080p, tiram especial proveito da alta resolução.
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PROGRAMAS “BALOFOS”
Imagens em alta definição têm um preço, cobrado em Mbytes na capacidade de armazenamento do aparelho.
Aplicativos adaptados para o novo iPad ficaram mais pesados. O Pages, para edição de textos e de páginas, passou de 95 para 269 Mbytes, e o iMovie pulou de 70 para 404 Mbytes.
Além disso, vídeos e fotos em resolução maior comem mais memória do tablet da Apple, que tem versões de 16, 32 ou 64 Gbytes –mesmas opções disponíveis no iPad 2.
Com aplicativos e imagens maiores, mas igual capacidade de armazenamento, a tendência é que os tablets da Apple, novos ou antigos, fiquem “lotados” mais rapidamente.
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Fonte: Folha |

